Thursday, December 14, 2017
EDUARDO MATARAZZO SUPLICY

Agenda 28 de novembro de 2017- terça-feira

dezembro 03, 2017

AGENDAVEREADOR

EDUARDO MATARAZZO SUPLICY

28 de novembro de 2017- terça-feira

 

 

08h30 – Compromisso pessoal – Grace

10h30 – Despacho com Patricia “Pagú”

Pauta: Feira da Madrugada

Local: CMSP – Gabinete

 

11h – 20ª Reunião Ordinária da CPI Feira da Madrugada

Pauta: Apreciação de Requerimentos e Oitivas

Local: CMSP – Salão Nobre Presidente João Brasil Vita – 8º andar

Patricia “Pagú” acompanha

Convidad@s: José Romano Neto (ofício entregue ao destinatário – aguardando resposta)– Sócio-Proprietário da DIASTUR e da LOGITECHTRANS Gerenciamento de Projetos de Transportes LTDA.

Milena Braga Romano (ofício entregue ao destinatário – aguardando resposta)– Sócia-Proprietária da DIASTUR e da LOGITECHTRANS Gerenciamento de Projetos de Transportes LTDA.

Pedro Henrique Somma Campos (presença confirmada)– Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal do Trabalho e Empreendedorismo

Neilson Paulo dos Santos (não comparecerá por haver compromisso anteriormente agendado)– Permissionário

 

12h30 – Reunião da bancada

Local: Anexo da Liderança – 10º andar – sala 1020

15h – 72ª Sessão Ordinária da 17ª legislatura

Pequeno Expediente –1º orador  Ver Ricardo Nunes – Ver. Senival, Alessandro, Alfredinho, Antônio Donato e Arselino

Grande Expediente – 1º Orador – Ver Conte Lopes – Ver.  Dalton Silvano, David Soares e Edir Sales

Após a Sessão Ordinária haverá 05 Sessões Extraordinárias e mais   05 Sessões logo após 00h05

Local: CMSP – Plenário -1º de maio

Patricia “Pagú” acompanha

 

Para conhecimento:

19h – Lançamento do livro VILA BUARQUE – o caldo da regressão de Marcos Gama

Local: CMSP – Livraria Tapera Taperá, Galeria Metrópole

          Av. São Luís, 187, 2º andar, loja 29 – Centro

Jacy Raduan acompanha

Informações:  O livro trata do movimento estudantil de 1968 e o que ocorre hoje.

O prefácio é do Zé Dirceu e a capa desenhada pelo Gilberto Maringoni

O Brasil, desde os anos 50, vinha num razoável crescimento cultural e político. O golpe de 64, com toda a perseguição doentia ao pensamento livre, e violência física aos opositores, não conseguiu estancar de imediato estes avanços. O homem com sabedoria, acuado, cresce na sua produção, e até 68, esta criatividade incomodou os militares no poder.

Subservientes a inteligência norte-americana, os golpistas recusaram as energias positivas que elevavam o debate do país. Optaram servir aos donos de velhos e desonestos privilégios, e exercer um poder macabro, que só fomentou a violência. Criaram cartilhas e mecanismos repressivos a tudo que não servisse a essas perversas e carcomidas elites nacionais. Conivente, uma imprensa escrita, censurada, estranhamente demorou a acordar. Diferente da oligarca televisão, que se auto-censurava. Assim, gestaram o AI-5 e o decreto-lei 477, guilhotinas em cabeças essenciais a formação honesta da nação. Um estancamento histórico que só alimentou a bolha da safadeza e do cinismo nacional.

E quando a Casa Grande divisou que a bolha ia explodir, rolou-a para a senzala, aproveitando que ela se articulava pela primeira vez no poder. Assim, os pecadilhos dos desafortunados foram baralhados aos dos grandes arquitetos do nosso universo aristocrático, de ruralistas a banqueiros. As “ações” entre irmãos cresceram no combate a perigosa inclusão social, e os novos bispos-magnatas, para “salvar” os incautos, e aumentar o livre trânsito em favelas e cadeias, vão ignorando os fornecedores de drogas às carcomidas elites. Perversidades e contra-sensos desprezados nesse espetáculo hipócrita das delações seletivas, e na massacrante manipulação midiática.

 Sobreviventes dessa repressão, velhos amigos, fortuita e inusitadamente se encontram no centro de São Paulo e resolvem voltar a Vila Buarque, região marcante entre 64/68. Sentem a decadência dolosa da cidade, e provam o que foi o caldo da regressão.

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